
O amor é entrega, mas não da alma,
o amor é renúncia, mas não dos nossos sonhos,
o amor pede paciência, mas não a cegueira,
o amor pede dedicação, mas não o afastamento das pessoas,
o amor pede vigília, mas não o ciúme doentio,
o amor pede serenidade, mas não o abandono,
o amor é flor delicada, mas tem espinhos,
o amor é renovação, mas não a salvação,
o amor pede tempo, mas pode nascer em um instante.
Por isso, vivo o amor sem limites,voando pelas sensações dessa paixão.
Mas, depois de viver a dor e a frustração,hoje sigo serena, com os dois pés no chão.
Zelo por mim e por quem me apaixono,dedicando tempo e atenção, mas dando liberdade,respeitando os limites que todos nós temos.
Assim, o amor deixa de ser uma obrigação formal,passa a ser um comprometimento de duas pessoas,em torno da simplicidade de se conhecer,e se conhecendo, crescendo na admiração,e se admirando mutuamente, formam um elo,esse elo se junta em interesses, formando uma corrente,assim, o amor se fortalece, e jamais se esquece.
E quando se encontram, não há tempo para discussões,não há espaço para ciúme, nem desconfianças sem medidas.
O tempo é dos amantes, do amor que não se mede,que se preenche pelo próprio amor, que invade,preenche e se declara, por ser amor,é a própria eternidade que não podemos medir.
E eu quero um amor assim...
(Anonimo)





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